TÓPICO ESPECIAL: A FALA HUMANA

I. PENSAMENTOS INICIAIS DOS PROVÉRBIOS

A. A linguagem é parte da imagem de Deus na humanidade (i.e., a criação é falada para a existência e Deus conversa com Sua criação humana). É parte vital da nossa pessoalidade.

B. A fala humana permite que nos comuniquemos aos outros sobre como nós nos sentimos sobre a vida. Portanto, ela revela quem realmente somos (Pv 18.2; 4.23 [20-27]). A fala é o ácido teste da pessoa (Pv 23.7).

C. Nós somos criaturas sociais. Preocupamo-nos com aceitação e afirmação. Precisamos disso de Deus e de nossos semelhantes humanos. As palavras têm poder para atender essas necessidades tanto de maneiras positivas (Pv 17.10) quanto negativas (Pv 12.18).

D. Há um poder tremendo na fala humana (Pv 18.20-21)–poder para abençoar e curar (Pv 10.11, 21) e poder para amaldiçoar e destruir (Pv 11.9).

E. Nós colhemos aquilo que semeamos (Pr. 12.14).

II. PRINCÍPIOS DOS PROVÉRBIOS

A. O potencial destrutivo e negativo da fala humana

1. as palavras de homes maus (1.11-19; 10.6; 11.9, 11; 12.2-6)

2. as palavras da adúltera (5.2-5; 6.24-35; 7.5ss; 9.13-18; 22.14)

3. as palavras do mentiroso (6.12-15, 19; 10.18; 12.17-19, 22; 14.5, 25; 17:4; 19.5, 9, 28; 21.28; 24.28; 25.18; 26.23-28)

4. as palavras do tolo (10.10, 14; 14.3; 15.14; 18.6-8)

5. as palavras da falsa testemunha (6.19; 12.17; 19.5,9, 28; 21.28; 24.28; 25.18)

6. as palavras de um fofoqueiro (6.14, 19; 11.13; 16.27, 28; 20.19; 25.23; 26.20)

7. as palavras faladas rápido demais (6.1-5; 12.18; 20.25; 29.20)

8. as palavras de bajulação (29.5)

9. palavras demais (10.14, 19, 23; 11.13; 13.3, 16; 14.23; 15.2; 17.27, 28; 18.2; 21.23; 29.20)

10. palavras pervertidas (17.20; 19.1)

B. O potencial positivo, curador e edificante da fala humana

1. as palavras do justo (10.11, 20, 21, 31, 32; 12.14; 13.2; 15.23; 16.13; 18.20)

2. as palavras de discernimento (10.13; 11.12)

3. as palavras de conhecimento (15.1, 4, 7, 8; 20.15)

4. as palavras de cura (15.4)

5. as palavras de uma resposta gentil (15.1, 4, 18, 23; 16.1; 25.15)

6. as palavras de uma resposta agradável (12.25; 15.26, 30; 16.24)

7. as palavras da lei (22.17-21)

III. O PADRÃO DO AT CONTINUA NO NT

A. A fala humana permite que nos comuniquemos aos outros sobre como nós nos sentimos sobre a vida; portanto, ela revela quem realmente somos (Mt 12.33-37; 15.1-20; Marcos 7.2-23).

B. Nós somos criaturas sociais. Preocupamo-nos com aceitação e afirmação. Precisamos disso de Deus e de nosso semelhante humano. As palavras têm poder para atender essas necessidades tanto de maneiras positivas (II Tm 3.15-17) quanto negativas (Tiago 2.2-12).

C. Há um poder tremendo na fala humana; poder para abençoar (Ef 4.19) e poder para amaldiçoar (Tiago 3.9). Nós somos responsáveis pelo que dizemos (Mt 12.36, 37); Tiago 3.2-12).

D. Nós seremos julgados por nossas palavras (Mt 12.33-37; Lucas 6.39-45) assim como nossas obras (Mt 25.31-46). Nós colhemos aquilo que semeamos (Gl 6.7).



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